Erros financeiros iniciais são mais comuns do que se imagina e fazem parte da jornada de quem dá os primeiros passos no mundo dos investimentos. Logo no início, é importante destacar que, segundo Andrey de Oliveira Pontes, muitos desses equívocos não acontecem por falta de inteligência, mas por excesso de expectativa e pouca orientação prática. Entender esses erros ajuda a evitá-los e torna o processo de investir mais seguro e consciente.
Quando alguém começa a investir, é natural sentir ansiedade por resultados rápidos. No entanto, de acordo com Andrey de Oliveira Pontes, essa pressa costuma ser a principal porta de entrada para decisões equivocadas. Investir bem exige tempo, aprendizado contínuo e disposição para evoluir com o mercado.
Falta de planejamento financeiro antes de investir
Um dos erros financeiros iniciais mais recorrentes é começar a investir sem planejamento. Muitas pessoas aplicam dinheiro sem definir objetivos claros, prazos ou prioridades. Conforme destaca Andrey de Oliveira Pontes, investir sem saber para quê é como viajar sem destino, o caminho se torna confuso e os riscos aumentam.

Sem planejamento, o investidor tende a resgatar recursos no momento errado. Imprevistos financeiros levam a saídas precipitadas, muitas vezes em períodos desfavoráveis do mercado. Esse comportamento compromete resultados e gera frustração.
Além disso, a ausência de planejamento dificulta a escolha de investimentos adequados. Cada objetivo exige uma estratégia diferente. Ignorar essa lógica compromete a eficiência da carteira desde o início.
Ignorar a importância da reserva de emergência
Outro erro bastante comum é investir sem antes construir uma reserva de emergência. Muitos iniciantes acreditam que todo dinheiro disponível deve ser investido. No entanto, conforme aponta Andrey de Oliveira Pontes, essa decisão aumenta o risco de endividamento ou resgates forçados.
A reserva de emergência oferece segurança para lidar com situações inesperadas. Sem ela, qualquer imprevisto pode levar o investidor a vender ativos em momentos desfavoráveis. Esse movimento transforma oscilações temporárias em prejuízos reais.
Portanto, antes de pensar em rentabilidade, é fundamental garantir liquidez e proteção. Essa base financeira traz tranquilidade e permite investir com mais racionalidade.
Buscar retorno alto sem entender os riscos
Entre os erros financeiros iniciais, a busca por retorno elevado sem avaliar riscos merece destaque. Muitos iniciantes se concentram apenas no potencial de ganho, ignorando a volatilidade e a possibilidade de perdas. Assim como frisa Andrey de Oliveira Pontes, retorno e risco caminham juntos.
Esse comportamento geralmente é influenciado por histórias de sucesso isoladas ou momentos de euforia do mercado. No entanto, quando o cenário muda, a falta de preparo emocional leva a decisões impulsivas.
Entender o risco não significa evitá-lo completamente, mas aceitá-lo de forma consciente. Investir exige equilíbrio entre expectativa e realidade, especialmente no início da jornada.
Concentrar investimentos em poucos ativos
A concentração excessiva é outro erro frequente. Muitos iniciantes colocam todo o dinheiro em um único ativo ou tipo de investimento. Conforme indica Andrey de Oliveira Pontes, essa prática aumenta a vulnerabilidade da carteira.
Quando um investimento representa grande parte do patrimônio, qualquer oscilação negativa gera impacto significativo. A diversificação reduz esse risco e contribui para maior estabilidade ao longo do tempo.
Além disso, diversificar ajuda o investidor a atravessar diferentes cenários econômicos. Enquanto alguns ativos enfrentam dificuldades, outros podem apresentar melhor desempenho, equilibrando os resultados.
Deixar as emoções comandarem as decisões
Entre os erros financeiros iniciais, o fator emocional é um dos mais perigosos. Medo e euforia costumam influenciar decisões de compra e venda. De acordo com Andrey de Oliveira Pontes, investidores iniciantes tendem a vender na queda e comprar na alta, exatamente o oposto do ideal.
Esse comportamento é alimentado por notícias, comentários e movimentos de curto prazo. A falta de estratégia clara intensifica a insegurança e favorece decisões impulsivas.
Desenvolver disciplina emocional é tão importante quanto aprender conceitos técnicos. Investir com racionalidade reduz erros e melhora a experiência ao longo do tempo.
Não buscar conhecimento contínuo
Outro erro relevante é acreditar que investir é simples e não exige aprendizado constante. O mercado muda, e o investidor precisa acompanhar essas transformações. Conforme destaca Andrey de Oliveira Pontes, conhecimento é uma das principais ferramentas para reduzir riscos.
Ignorar educação financeira leva à repetição de erros e à dependência de opiniões externas. Buscar informação confiável fortalece a autonomia e melhora a tomada de decisão.
Além disso, aprender continuamente aumenta a confiança e permite ajustes mais conscientes na estratégia de investimentos.
Errar faz parte, repetir é opcional
Erros financeiros iniciais são parte natural do processo de aprendizado. No entanto, reconhecê-los cedo evita prejuízos maiores e acelera a evolução do investidor. Conforme aponta Andrey de Oliveira Pontes, investir bem é uma construção gradual, feita de escolhas conscientes e disciplina.
Ao evitar esses erros comuns, o investidor desenvolve uma relação mais saudável com o dinheiro. Planejamento, diversificação, controle emocional e conhecimento formam a base para uma trajetória mais segura. Assim, o início deixa de ser um obstáculo e passa a ser o primeiro passo para um futuro financeiro mais sólido e equilibrado.
Autor: Mikesh Sarsana